quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Plástico Bolha


Vou do sorriso à gargalhada, mas eu me sinto um paulistano
P!
Quer me retratar, siga meu silêncio
R!
E quem já me ouviu calada sabe que é, ele é tudo que eu tenho
E!
Procurando um Deus de qualquer religião pra culpar
S!
Ou levantar da cama botando fé em cada dia
A!
Num casulo de ferro, ou cofre de senha perdida
Como quiser chamar...
Mas creio que fui embrulhada desse modo –confesso sou frágil-, justamente, em alguns minutos, tudo há de se espocar


ZUZU PAILLAC

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